Diva, a latinha que entrou pra história

RAMOS, Luiz Carlos. Diva, a latinha que entrou pra história. São Bernardo do Campo: Texto & Textura, 2010. ISBN 978-85-64101-00-5

Informações do produto

Diva: A latinha que entrou pra história, escrita por Luiz Carlos Ramos e ilustrada por Silvio Mota Gonçalves, é uma estória bem humorada que trata do tema da reciclagem de uma maneira divertida e afetiva. 22 páginas. Formato: 210 x 150 mm. Impressão em papel reciclato 120 g. Ilustrado em 4 x cores. (Preços e descontos especiais para escolas e instituições de ensino).

“Eu sei que uma história é boa quando ela me faz sorrir.
E esta me fez sorrir do começo ao fim.”
(Rubem Alves)

Luiz Carlos Ramos nasceu em Castro, PR, aos 25 de maio de 1961. É doutor em Ciências da Religião e leciona Teologia na Universidade Metodista de São Paulo. ele mesmo é quem se apresenta neste livro: “Nasci sob os pinhais que verdejam às margens do Iapó, no ano em que o primeiro homem foi para o espaço. Talvez por essa razão, desde menino, fui sempre fascinado pelos mistérios do Universo. Costumava deitar-me no quintal de casa e fi cava de barriga pra cima a admirar o céu, que azulava acima das araucárias e contrastava com os contornos negros dos urubus que circulavam pachorramente, próximos às diáfanas nuvens brancas que se alongavam pacífi cas nas manhãs de setembro. Mal tivera minhas primeiras aulas de inglês, e tratei logo de escrever para a NASA contanto da minha fascinação pelo céu. Recebi muitas respostas, todas sempre muito atenciosas, com informações sobre projetos espaciais, retratos de astronautas, devidamente autografados, e fotografias da terra tiradas do espaço. Quando cresci, tornei-me um astronauta a meu modo. Continuei a investigar os mistérios do Universo, sim, mas com os meus pensamentos e com as palavras. Descobri que não é preciso estar a 40 mil quilômetros de altura pra se estar diante do infinito, do eterno e, por que não, do sagrado. Descobri que o telescópio mais poderoso que temos não é o Hubble, mas a imaginação. E o combustível mais poderoso, capaz de nos levar mais longe, é o pensamento. É desse modo, com essas ferramentas científicas e imaginatíficas, que passei a explorar mundos conhecidos e desconhecidos. Mas, devo confessar: por mais longe que eu vá, sempre a saudade me traz de volta àquela pequena estância de tropeiros, nos sertões paranaenses. Porque a viagem mais fascinante de todas é aquela que fazemos em busca de nós mesmos.”

Este vídeo foi preparado pelas contadoras de estórias, educadoras da rede de ensino de Jundiaí, SP: Flora, Mazé e Rita.