O cântico dos cânticos

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Cântico dos cânticos. Autora anônima anterior ao séc. V a.C. Transcriação poética de Luiz Carlos Ramos. São Bernardo do Campo: Texto & Textura, 2010. 56 p. ISBN: 978-85-64101-01-02. Frete grátis para todo o território nacional.

Informações do produto

O cântico dos cânticos: o livro sagrado dos amantes é uma compilação de poemas de amor, provavelmente reunidos por uma autora semita, anônima, que viveu há cerca de 2.500 anos. Esta é uma transcriação poética, para aqual o tradutor, Luiz Carlos Ramos, baseado nos originais, procurou permanecer fiel ao espírito e à intenção originais da autora. Inclui posfácio do tradutor, no qual discute dados exegético-hermenêuticos sobre este controvertido livro bíblico. 56 páginas. Formato: 110 x 180 mm. Acabamento: brochura. Capa e ilustrações: Marcos Brescovici. ISBN: 978-85-64101-01-02. Selo: Texto & Textura.

“O amor é forte como a morte”, ou melhor, “o amor é mais forte do que a morte” é, certamente, a frase mais famosa deste poema apaixonado.

Advertências:

  1. Este livro não é recomendado para pessoas não apaixonadas ou cujo desejo esteja adormecido, a menos que queiram despertá-lo;
  2. Cuidado! Este livro foi escrito por uma mulher, não obstante séculos de patriarcalismo tenham tentado roubar-lhe o mérito. Para se comprovar que não se trata de um texto de Salomão, basta ler os primeiros e os últimos parágrafos;
  3. Conquanto não seja uma tradução literal (pois trata-se, antes, de uma transcriação poética), esta versão continua fiel ao espírito e à intenção do original hebraico;
  4. O moralismo religioso tentou distorcer inescrupulosamente estes Cânticos. As liberdades tomadas nesta versão nem de longe se comparam àqueles abusos;
  5. Caso alguém, seduzido por esses versos, resolva utilizá-los em suas núpcias, ou incluí-los na cerimônia de suas bodas, por favor, faça isso por sua própria conta e risco, lembrando-se sempre de que a sensibilidade poética e o respeito pelo desejo divino-humano não são virtudes muito cultivadas em nossa sociedade;
  6. Uma última advertência, para que ninguém se aventure desavisado: a leitora e o leitor, que desfrutarem dos versos deste poema de amor, estarão vulneráveis aos riscos do prazer, porque assim foi com a autora, um dia, e com o tradutor, quase três mil anos depois.